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Falar acerca da perda de alguém aos mais pequeninos

29 Novembro, 2022amamentaçãoamamentação recém-nascidoatividades de grupo para bebésatividades de relaxamento para bebésatividades para bebés em Lisboaatividades para bebés no Portoatividades para o desenvolvimento cognitivo do bebéatividades para o desenvolvimento do bebéatividades para o desenvolvimento psicomotor do bebéatividades sensoriais para bebésbebé 8 mesesbebé chora muitobebé chora muito a noitebebé de 1 anobebé de 1 mêsbebé de 11 mesesbebé de 18 mesesbebé de 2 anosbebé de 2 mesesbebé de 3 mesesbebé de 4 mesesbebé de 5 mesesbebé de 6 mesesbebé de 7 mesesbebé de 9 mesesbebé não chorabebé não dormebirraschoro do bebéchoro recém nascidocólicascolocomportamentoconsulta de psicologia em Lisboaconsulta de psicologia infantilconsulta de psicologia no Portodesenvolvimento cognitivo bebédesenvolvimento do bebédesenvolvimento do bebé dos 0 aos 12 mesesdesenvolvimento emocional bebédesenvolvimento global do bebédesenvolvimento saudável infantildesfraldedicasestimulação cognitiva para bebésestimulação do bebéguia para os paisguia para os pais de bebésintrodução alimentaro meu bebé não dormepaispais de recém nascidoparentalidadeparentalidade eficazparentalidade positivapsicologia infantil e do adolescentepsicologia para criançasPsicologia pediátricaregressão dos 8 mesessonosono do bebésono mãe bebésono mãe recém nascidospa para bebésspa para bebés em Lisboaspa para bebés no Portovinculaçãovinculação mãe e bebé

Falar sobre a perda

Como pais, a nossa maior preocupação é sempre o melhor para os nossos filhos. Como tal, queremos sempre vê-los felizes e vamos tentar protegê-los ao máximo de todas as situações desagradáveis da vida. Mas nem sempre isto está ao nosso alcance…

A morte é muito difícil de perceber e aceitar, mesmo para nós, adultos, e é ainda mais para as crianças pequenas. Por isso é tão complicado explicar-lhes o que se está a passar. Mesmo sendo pequeninos, têm sentimentos e como nos estão sempre a observar, não compensa tentar esconder a situação ou deixá-los por sua conta e risco a tentar interpretar o que se passou.

Para além disso, também eles precisam de fazer o luto de acordo com as suas capacidades.

 

Quando alguém morre

Quando alguém próximo de uma criança morre, como um avô ou um animal de estimação, ela facilmente percebe que alguma coisa mudou. Normalmente, a tendência é ficar um pouco confusa com esses novos sentimentos com que se confronta, o que muitas vezes pode “ver-se” nos pequenos sinais que nos vai dando: começar a portar-se mal ou exigir mais atenção da nossa parte.

Por isso, é importante ser honesto com a criança e levar as coisas devagar, dando-lhe tempo para entender o que está a acontecer. Numa fase inicial de desenvolvimento, as crianças mais pequenas podem não ser capazes de entender que a morte é algo permanente. Por esta razão, dizer-lhes que a avó está “a dormir um longo sono” ou que “agora é uma estrelinha” não vai ajudar e pode deixá-los ainda mais confusos.
Por mais difícil que seja, devemos ser sempre nós a transmitir que alguém da família faleceu, evitando assim que a criança saiba por outra pessoa. Quando o fizer, utilize um tom de voz normal, sem sussurros e sem medos, num ambiente calmo e familiar, para que ela não se assuste.

Explicar o que aconteceu

Faça os possíveis por lhe dar uma explicação simples de entender, mas honesta. É normal que a criança se sinta triste, ou tenha dificuldade em compreender o que está a sentir. Neste momento, não tenha receio de lhe mostrar que também se sente daquela forma, dizendo, por exemplo, “É triste que a avó tenha morrido, eu também estou muito triste”. Ajude-a a encontrar formas de expressar o que sente, por exemplo, através de desenhos ou pinturas.

Conclusão

Dê-lhe muito carinho e segurança. Mostre-lhe que ela também faz parte da família e que irão passar por este momento todos juntos. Ao mesmo tempo, tranquilize-a, mostrando-lhe que o resto do mundo não mudou: “Ainda vamos visitar a tia, ainda vamos à creche … etc “. É também bastante importante dar-lhe mimo, abraçá-la e manter ao máximo da rotina diária o mais estável possível.

Lembre-se que as crianças, tal como os adultos, precisam de tempo para fazer o luto e lidarem com a perda.

Se sentir que precisa de uma ajuda extra, pode ler-lhe a história do “Pipo, o urso que não queria ficar sozinho”, ou marcar uma Consulta S.O.S -Perdas

Estamos cá para ajudar!

Clementina Almeida

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